Thanks for exist, Mr. Musician.

A princípio, o que há de se pensar em relação à música e a seus respectivos ídolos é que esta, antes de qualquer coisa, nos revela um pouco da nossa identidade, de quem realmente somos por dentro.

É difícil, ou até mesmo impossível, encontrar alguém hoje em dia que não goste de música e que, por conseguinte, não tenha um cantor (a) ou uma banda de preferência. A música influencia a todos nós, em seus variados aspectos. Para esta última observação, há um modo simples de explicar: dentro do mundo da música temos diversos rótulos, como o Rock, Hip Hop, Pop, MPB, Samba, Funk, Clássicos (como Orquestras), etc. Cada um com a sua “finalidade emocional”, por assim dizer, dando a qualquer ouvinte a chance de aderir àquele estilo que mais lhe cai bem.

Quanto aos ídolos, estes são aqueles responsáveis por fazer com que os seus queridos ouvintes tornem suas emoções, sejam elas boas ou ruins, mais evidentes para si mesmos através de suas composições, através das mensagens que suas músicas têm a passar. E é exatamente isso que estabelece uma conexão entre ambos os lados: o daqueles que cantam e o daqueles que escutam. De uma certa forma, depois que passamos a nos familiarizar com aquele estilo musical, acabamos por agradecer internamente pela existência daquele (a) que nos trouxe uma emoção a mais, um modo de fugir das dificuldades alheias e nos ater àquilo que nos faz bem.

No mais, quando algo leva os nossos ídolos à morte, independentemente da maneira como aconteceu, é claro que todos sentem, mesmo em escalas diferentes. Quando estes se vão, seu legado permanece aqui na terra mas, com o tempo, ele se vai junto com os seus respectivos autores. E é assim que parte daquela identidade que adquirimos através da música fica abalada, é como se perdêssemos alguém da família, se me permitem esta comparação.


0 comentários:

Postar um comentário